Expo Park Pampulha é destaque no Estado de Minas e no Portal Uai

Depois de virar Patrimônio Cultural da Humanidade, Pampulha terá espaço multiuso de R$ 300 milhões

O título de Patrimônio Cultural da Humanidade, conquistado pela Pampulha há pouco mais de um mês, abre as portas ao turismo internacional e atrai grandes empreendimentos para a região que abriga o conjunto moderno projetado, na década de 1940, por Oscar Niemeyer (1907-2012). Um dos mais importantes – e que promete ser um marco na cidade – é o Expo Park Pampulha, equipamento multiuso de 155 mil metros quadrados de área construída e que ocupará um terreno de 67 mil metros quadrados no Bairro Engenho Nogueira, em frente ao Parque Tecnológico de Belo Horizonte (BH-Tec). Feiras, eventos, centro de convenções, espaço para shows, salões para lançamentos de produtos e hotel farão parte do complexo projetado pelo arquiteto mineiro Bernardo Farkasvölgyi, com escritório em BH.

Com 17 mil metros quadrados de pavilhão de feiras, com possibilidade de realização de 12 eventos simultâneos, e a mesma área para salões (ballrooms), podendo sediar, por exemplo, lançamento de novos modelos automobilísticos, o empreendimento compreenderá ainda três auditórios com aproximadamente 700 lugares cada um, cinco espaços em torno de mil metros quadrados para eventos diversos, mall (centro de compras) com lojas variadas, além de um hotel com 717 quartos, nas categorias superior e média.

“O Expo Park Pampulha será um misto de entretenimento e negócios. Belo Horizonte tem uma política de internacionalização de negócios, mas não dispõe de espaço adequado para sediar feiras e outros eventos de grandes proporções. Por isso mesmo, muitos empresários chegam a se deslocar para outros estados e fazer seus eventos lá, bem distante de Minas, o que é um prejuízo para todos” – Bernardo Farkasvölgyi.

A preservação ambiental é uma das preocupações do projeto. Dessa forma, o empreendimento ocupará apenas a parte da frente do terreno, localizado na Rua José Vieira de Mendonça. “No restante, em 27 mil metros quadrados, no fundo, vamos manter integralmente a vegetação”, afirma Farkasvölgyi. Ele explica que o empreendimento, em fase de licenciamento urbanístico no Conselho Municipal de Política Urbana (COMPUR), deverá ficar pronto em 2019.

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